Galera essa poderia ser mais uma foto que circula pela rede ou manipulada por mim, porém não é, minha sogra fotografou com o celular o filho de uma amiga em um almoço de conhecidos e guardou o aparelho, quando foi visualizar as fotos em casa, observou que na foto do garoto apareceu uma segunda criança. É interessante, pois no local a única criança que esteve na casa neste dia foi o menino de azul fotografado, acreditem ou não essa foto é verdadeira.
Planet
PROJETO DE LEI DO SENADO, Nº 607 de 2007
Pessol, venho aqui hoje abordar um tema polêmico, do qual foi aprovado com parecer na comissão no dia 20/08/2009 o Projeto de Lei do Senado, 607 de 2007 que possui como objetivo a regularização da profissão de analista de sistemas e atividades relacionadas com a Informática. Segue á baixo os principais artigos abordados no projeto:
Art. 1 É livre, em todo o território nacional, o exercício das atividades de análise de sistemas e demais atividades relacionadas com a Informática, observadas as disposições desta Lei.
Art. 2° Poderão exercer a profissão de Analista de Sistemas no País:
I ¿ os possuidores de diploma de nível superior em Análise de Sistemas, Ciência da Computação ou Processamento de Dados, expedido por escolas oficiais ou reconhecidas;
II ¿ os diplomados por escolas estrangeiras reconhecidas pelas leis de seu País e que revalidarem seus diplomas de acordo com a legislação em vigor;
III ¿ os que, na data de entrada em vigor desta Lei, tenham exercido, comprovadamente, durante o período de, no mínimo cinco anos, a função de Analista de Sistemas e que requeiram o respectivo registro aos Conselhos Regionais de Informática.
Art. 3° Poderão exercer a profissão de Técnico de Informática:
I ¿ os portadores de diploma de ensino médio ou equivalente, de Curso Técnico de Informática ou de Programação de Computadores, expedido por escolas oficiais ou reconhecidas;
II ¿ os que, na data de entrada em vigor desta Lei, tenham exercido, comprovadamente, durante o período de, no mínimo quatro anos, a função de Técnico de Informática e que requeiram o respectivo registro aos Conselhos Regionais de Informática.
Art. 4º As atividades e atribuições dos profissionais de que trata esta Lei consistem em:
I ¿ planejamento, coordenação e execução de projetos de sistemas de informação, como tais entendidos os que envolvam o processamento de dados ou utilização de recursos de informática e automação;
II ¿ elaboração de orçamentos e definições operacionais e funcionais de projetos e sistemas para processamento de dados, informática e automação;
III ¿ definição, estruturação, teste e simulação de programas e sistemas de informação;
IV ¿ elaboração e codificação de programas;
V ¿ estudos de viabilidade técnica e financeira para implantação de projetos e sistemas de informação, assim como máquinas e aparelhos de informática e automação;
VI ¿ fiscalização, controle e operação de sistemas de processamento de dados que demandem acompanhamento especializado;
VII ¿ suporte técnico e consultoria especializada em informática e automação;
VIII ¿ estudos, análises, avaliações, vistorias, pareceres, perícias e auditorias de projetos e sistemas de informação;
IX ¿ ensino, pesquisa, experimentação e divulgação tecnológica;
X ¿ qualquer outra atividade que, por sua natureza, esteja incluída no âmbito de suas profissões.
Parágrafo único. É privativa do Analista de Sistemas a responsabilidade técnica por projetos e sistemas para processamento de dados, informática e automação, assim como a emissão de laudos, relatórios ou pareceres técnicos.
Art. 5° Ao responsável por plano, projeto, sistema ou programa é assegurado o direito de acompanhar a sua execução e implantação, para garantir a sua realização conforme as condições, especificações e detalhes técnicos estabelecidos.
Art. 6° A jornada de trabalho dos profissionais de que trata esta Lei não excederá quarenta horas semanais, facultada a compensação de horários e a redução de jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.
Parágrafo único. A jornada de trabalho dos profissionais submetidos a atividades que demandem esforço repetitivo será de vinte horas semanais, não excedendo a cinco horas diárias, já computado um período de quinze minutos para descanso.
Twitter: dandycrazy
Pessoal, estou aqui divulgando meu Twitter! Eu acho o Twitter uma dica interessante, para quem gosta de acompanhar tendências do mercado, para quem utiliza identi.ca é só me seguir também.
Grandes empresas já aderiram o Twitter para manterem seus clientes atualizados e como forma de Marketing. No mundo atual, não podemos perder a change de acompanhar o que o mercado pede, se essa é a febre do momento, devemos seguir para ganharmos espaço de forma simples e abandonar a idéia de que os ambientes de relacionamento atrapalham o desempenho dos funcionários de uma empresa.
Uma dica bacana!
Após duplicar a camada de uma foto, vá em Cor, Matrix de Saturação, retire a saturação (-100) e apaque com a borracha o ponto que deseja deixar colorido, caso ocorra da imagem preto e branco ficar branca, clicle em adicionar Canal Alfa na camada da foto preto e branco e apagar novamente a parte desejada.
GNU/Linux, Linux-libre, Software Livre, mas afinal o que é liberdade ?
Aproveitando o que meu amigo Júlio colocou no post anterior(sua resenha sobre o FISL), venho pela primeira vez aqui no Nação comentar a respeito desse assunto.
Lá….no começo do primeiro curso na faculdade, quando ouvia alguns colegas comentarem a respeito do tal “Linux” achava radicalismo na maioria das vezes. O tempo passou, formamos, e aprendi o que é ser livre, o que é o “Linux” e aquela impressão de radicalismo se foi. Hoje, vejo a liberdade como o principal fator para o aprendizado.
Usava o Ubuntu e por questões de liberdade, hoje, optei pelo GNU/Linux Debian (Também não é completamente livre. Optei pela “filosofia Debian”). Não estou denegrindo a imagem do Ubuntu, muito pelo contrário, sempre achei fantástico o que a Canonical faz com a distro e torço para o sucesso do Ubuntu em desktop.
Bem, hoje dificilmente um hacker ou usuários, estarão usufruindo da completa liberdade, devido a principalmente binários sem fontes (aquela discussão do Debian sobre os Blob’s, lembra??) embutidos no sistema. Porém não é aqui o motivo do tópico.
Dando uma “blogada” me deparei com um texto do pessoal do UOL com o tÃtulo “O linux não é livreâ€. Tudo bem, já sei, e também não é aqui minha discussão.
Mas ao ler o artigo e deixar um comentário percebi que a turma confunde a tal liberdade. Acham que liberdade lhes tiram o direito sobre seu sistema, que liberdade não os deixarão “ganhar dinheiro”, que liberdade fará com que seu trabalho seja em vão e “dado” à comunidade, que liberdade é questão de pagar ou não….meu Deus…o que é isso ?!?!?!?
O que impede alguém de desenvolver sobre o paradigma livre e “ganhar dinheiro”?? Ficar sozinho responsável pelo sistema enquanto poderia ter ajuda de vários amigos, rápido feedback e sem perder a referência como mantenedor???
Eu enxergava assim…com a explicação de amigos e com o aprendizado, hoje agarrei essa causa, a liberdade. Tive uma boa conversa no FISL com o amigo Júlio a respeito do Ubuntu, Debian, sobre o projeto Linux-libre, gNewSense, até onde a liberdade pode influenciar na usabilidade/acessibilidade de um sistema (pelo menos enquanto estamos carentes de contribuições), e enfim, o que seria a liberdade.
Temos a FSFLA a todo vapor trabalhando com o belo projeto Linux-libre, temos o gNewSense(Sem binários “faltando” o source) ou seja, uma boa comunidade tentando dar opção à liberdade (estranho isso não ? “opção à liberdade”…) para que se possa aprender e usufruir melhor de um sistema.
Ainda não cheguei ao estado: Se não for livre não uso ! Esses, cujo alcançaram este estado são realmente os GNU’s. Aqueles que provavelmente contribuem de forma consistente para a comunidade livre. Gostam de ajudar as pessoas, resolver problemas. Eu os respeito e admiro.
Por isso venho como uma forma de desabafo perguntar:
Ao desenvolver um software sobre o paradigma livre, você não acha que estará dando oportunidade de outros aprenderem? De evoluir seu código? Te ajudar?
Você que usa o GNU (Será mesmo GNU ??) a muito tempo, defende o quê??? Usabilidade? Funcionalidade? Estabilidade? Preço? Liberdade?
E você que está nem aà se é livre ou não, espera o quê de um sistema? Preço? Funcionalidade?
Com a “liberdade” de escolha, é direito ir contra a ética ?? É certo escolher algemas???
O código do Launchpad agora é Open Source
Agora o código do gerenciador do projeto Ubuntu Linux e de diversos outros projetos de Software Livre é Open Source.A empresa Canonical finalmente liberou o código e o licenciou com a GNU Affero General Public License, version 3.
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Firefox 3.5 no Ubuntu 9.04
Como instalar o novíssimo Firefox 3.5 no Ubuntu 9.04 (Jaunty Jackalope)?Hoje foi lançado o novo Firefox 3.5 com alguns recursos interessantes. Uma das grandes novidades é a possibilidade de atualizar apartir de versão 3.0.x através do menu "Ajuda" -> "Verificar atualizações...", mas infelizmente para as versões do Firefox fornecidos pelas principais distros Linux não permitem a atualização desta forma.
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10º FISL – Uma resenha pessoal
Terminou a maratona do 10º FISL, especial pela edição (com direito a 8000 pessoas e o presidente Lula) quanto por ser o meu primeiro. A expectativa era muito e hoje ao escrever estas palavras posso dizer que a mesma foi alcançada com boas notas. No geral 8 em 10 para todo o evento.
Eu também não tinha ido a Porto Alegre antes e mesmo ficando em um Hotel mais central como o Duque, tive sorte de ter a disposição um ônibus de fácil acesso, a cerca de um quarteirão do Hotel, que passava de 06 em 06 minutos, com conforto interno de um micro ônibus. Como fiquei todos os dias do Hotel para o Evento e do Evento para o Hotel, tudo correu muito bem, sem stress com transito e gastando em media 20 min para chegar a PUC.
O local apesar das criticas me pareceu bastante confortável, com boas salas e estrutura, além de uma organização afiada com o tempo e as adaptações dos palestrantes. Algumas salas distantes nos blocos externos ao principal mereciam uma melhor identificação do local. Mas nada grave. Não deixei então de consumir o maior número de palestras possÃveis equilibrando as técnicas com as não técnicas.
Merecem na minha opinião o destaque para:
Monitorando ambientes utilizando Software Livre – por Edmilson de Novais Silva
(P) Davi ou Golias? Vencendo no mercado disputando de igual para igual com os gigantes –
Como ingressar no mercado usando software livre - por Ricardo Bimbo
Copyright vs Community – por Richard M. Stallman
Testes de Aceitação em Python com Pyccuracy – por Bernardo Heynemann Nascentes da Silva, Gabriel Falcão , Guilherme Chapiewski
Capitalismo cognitivo, teoria dos jogos e software livre. – por Javier Bustamante Doas
O Projeto GNOME: Evolução e Participação – por Jonh Wendell, Gustavo Noronha e Júlio Cesar
Software livre, cultura hacker e o ecossistema da colaboração – por Sergio Amadeu, Anderson F. de Alencar, Murilo B. Machado, Rafael Evangelista e Vicente Aguiar
Qualidade em Empresas de TIC baseadas em Software Livre ou OpenSource – por Douglas Conrad
WebKitGTK+ – o que é e como usar – POR Kov
E a Liberdade?
Dentre tudo mais que foi possÃvel acompanhar, o espirito do evento com certeza esteve focado na liberdade e como o compartilhamento é essencial no novo modelo econômico da Sociedade da Informação e os impactos reais de usar um sistema livre, como o kernel Linux Libre.
Eu mesmo passei alguns dias pensando nestas questões e como colocar o que foi visto em prática, pois eu acredito que ir a um FISL esta além de simplesmente desfilar pelo evento ou rever amigos. É claro que trocar idéias e conhecer pessoas é algo importante e faz parte do todo.
Liberdade é algo que precisa de contexto. E deve-se ter cuidado com o anarquismo. Liberdade deve ser discutida e praticada com certas ressalvas, principalmente porque nossa liberdade individual não pode fugir do discernimento e da responsabilidade com o outro. Não é difÃcil falar em bom senso neste caso antes de tudo.
Junto com a liberdade não se pode deixar de pensar que a informação compartilhada é realidade no novo cenário, é necessário ao usuário, ao CEO e a empresa perceberem que existe poder na informação e que ela deve fluir em um novo sistema de valor, diferente do valor do objeto perecÃvel a informação e o conhecimento são frutos de compartilhamento e troca de resultados.
Um terceiro impacto pode ser sentido ao vislumbramos que o Software Livre esta inserido nesta vanguarda de novos elementos. Sua essência o coloca mais próximos do compartilhamento e do valor em comunidade. É um mercado que não encontrar concorrente real, uma vez que o software proprietário e fechado tenta fazer com o modelo de desenvolvimento de software seja o mesmo da fabricação e comercialização de pneus.
O software não é como ouro, criado e estabelecido como tal diante da economia. É como um alface de uma horta que se não for cuidado perderá o seu valor com o tempo. O tempo em vez de crescer o valor de um software, pode sepultar o mesmo.
Assim como o conhecimento, o software tem valor pelo número de usuários, desenvolvedores e inovações constantes. Inovação vem do compartilhamento de idéias, da discussão das possibilidades em grupo e não de mentes fechadas e isoladas. O isolamento pode matar uma idéia e um software.
Da mesma forma que a FSF bem representada por Oliva e Stallman alertou para as restrições do mercado. Para a necessidade de novos modelos de negócios diante desta realidade de valores e informação. Os dois pontos chaves que percebi é a liberdade de compartilhar e a questão do kernel Linux ter suas partes podres que fazem com que certos componentes não livres sejam usados.
Contudo eu tenho ainda meus receios de gritar pelo radicalismo destas idéias. Não podemos acreditar que o modelo atual esta preparado para abraçar o free compartilhamento. Assim como também não podemos ficar acomodados vivendo no meio da discussão baixando nossos vÃdeos piratas e sendo transgressores preguiçosos. Acredito que a comunidade deve ser alertada e o que começou no meio da computação (o Software Livre) deve agora ganhar contornos reais diante da Sociedade da Informação e do valor do compartilhamento para o futuro das organizações. Todos devem adentrar novos debates.
Da mesma forma que adotar o Kernel livre das armadilhas que diminuem nossa liberdade, deve passar por cada vez mais troca de experiências, indicações de fornecedores de tecnologias cujo hardware comporte bem as distribuições com o kernel libre. Não somente a liberdade deve ser alcançada como o equilibro entre os desejos em prol da mesma, e quando falo em desejos em falo dos fabricantes e dos que não desejam abandonar suas distribuições de coração para abraçar o kernel da liberdade.
E agora?
Existe outros temas que me chamaram a atenção como a necessidade da prestação de serviços em Software Livre ter sua qualidade para que não somente o software seja reconhecido como também o serviços.
Uma empresa de Software Livre deve lidar com um tipo diferente de profissional, o que adota a comunidade como membro do processo de prestação de serviços. Este profissional é proativo, é responsável mais exige certas flexibilidades e deve poder colaborar com as comunidades em geral.
O futuro?
Minhas idéias em fazem questionar se da esma forma que estamos diante da sustentabilidade, da TI verdade, já seria o momento de propor as empresas o modelo e a filosofia do Software Livre dentro da responsabilidade que eles possuem com a nova sociedade da informação.
Iniciar discussões e verificar como os cases de sucesso atuais podem demonstrar que antigos conceitos devem ser revistos e que elementos como a Teoria dos Jogos (na escolha do melhor e da mais egoÃsta) e a própria cauda longa (diversos gerando receitas onde antes era para pouca variedade) são fatores que demonstram que existe mudanças aparecendo.
Acredito que vou usar este texto de base para escrever aos poucos aprofundando.
Isto também demonstra o quanto foi importante ter acesso a informação, ao conhecimento, sem estes compartilhamento, estarÃamos cada vez mais achando que a revolução industrial continua e que o real potência do intelecto é apenas metáfora.